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>>> Quinta, 25 de Agosto 2005

Recolha de alguns devaneios que coloco num forúm... especial...

"Estive a pensar naquelas pessoas que dão nomes aos seus carros, assim do tipo: bolinhas, princesa, boguinhas... e por aí fora. A verdade é que quando alguém dá um nome a um carro ficamos logo a saber que o carro dessa pessoa é mais velho que o nosso avô! é um chaço velho, a cair aos bocados... e as pessoas dão-lhe um nome para nós pensarmos que elas até gostam do carro, que nada por deste mundo trocavam aquele carro por um novo! Porque o carro significa algo para elas... porque já era dos seus pais, e porque foi nele que aprenderam a conduzir, e porque foi nele que sairam a primeira vez com o/a namorada/o... sabem que mais??? BULL SHIT!!! isso tudo é só para nos enganar! aposto!! "Ai, a minha princesa, não a trocava por nada!!" --> não trocavas o caraças!"                                      23.agosto.05

 

"Já viram, com certeza, provas de ciclismo em que as pessoas que estão a ver nas ruas atiram água aos ciclistas, empurram a bicicleta nas subidas, batem palmas e dizem "força! força!", e gritam e metem-se à frente das bicicletas.... prontos, estão a ver a cena, não? Sempre me intrigou o que acharão os ciclistas disto; é que isto não é por segundos como parece na televisão, isto é a corrida toda (ou pelo menos partes da corrida)! como é que eles conseguem? é que quem atira água pensa que é só ele que está a atirar água, mas daí a 500 metros já está outro a atirar água, a escorrer água pela cabeça dos ciclistas! e o barulho todo!! Penso sempre que os ciclistas não se importarão porque se assim fosse com certeza já tinham pedido na TV, jornais ou rádios para não fazerem isso... mas continuo a achar que deve ser muito difícil suportar tudo aquilo! por isso fica a questão:

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O que é que os ciclistas realmente acham disso tudo?!?"              13.agosto.05

 

"Não sei se viram algum jogo de Portugal no campeonato mundial de hoquei em patins (vão hj disputar o 3º e 4º lugar). Pois bem, o equipamento da seleção tem 2 patrocínios "major", tanto na camisola como nos calções, e são eles o Grupo BPN e REAL seguros. Na camisola o BPN está na frente e a REAL seguros está nas costas, até aqui nada de interessante. Já nos calções... o grupo BPN está no rabo: lá está um banco no rabo! e a REAL SEGUROS está a frente: a "Segurar" o material!!... estes gajos pensam em tudo!!"                                                                        13.agosto.05

 

"O CSI é porreiro, é mt fixe, tem casos porreiros... e fixes, as personagens até são porreiras e fixes... MAS há aquela coisa de eles saberem tudo, até sabem que o macho da fêmea andorinha mija contra o vento ou que as bolachas do LIDL desfazem-se muito mais rápido com a chuva que as do Continente... mas isso até já consegui ultrapassar... agora o que me chateia no CSI é o facto de eles chegarem ao "Crime Scene" sempre de noite e vão com as suas lanternitas de merda tentar encontrar o bocadinho de vidro do copo de champanhe que o suspeito tinha na mão quando tropeçou... porque esse bocadinho de vidro, que vai estar escondidinho não sei aonde, é o que tem as impressões digitais do gajo... e em vez de acenderem a luz do local, andam lá com as lanternitas (que não passam mesmo de umas lanternitas!!! que não se vê corno...)!... No outro dia, deram um crime novo a dois deles (e deram de MANHÃ) e a cena em que eles chegaram lá (ao hotel, creio) era de NOITE!!! é que é sempre assim e fico chateada (e creio que com toda a razão!)

tenho dito..."                                                                                            18.maio.05

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>>> Sexta, 29 de Julho 2005

Desde "piquena" que me olho como sendo uma pessoa especial, mas cada vez mais me convenço que, das duas, uma, ou somos todos especiais ou somos todos iguais. "Todos diferentes, todos iguais". "Vá para fora cá dentro". "Se conduzir, não  beba"... há coisas que não são possíveis, que só fazem sentido, que só existem porque as repetimos dezenas, centenas de vezes. Como as experiências de vida, se não falarmos nelas as vezes necessárias é como se não tivessem existido, como se fosse algo impossível de ter existido. Assim, por ter repetido a mim mesma que seria uma pessoa especial convenci-me disse... e agora vou repetindo que todos somos especiais, para ver se faz sentido.